HOT POSTS

O velho alugou a casa, mas comeu a jovem esposa

Já namorávamos há cerca de quatro anos e pretendíamos nos casar em breve. Eu, Rômulo, com 21 anos, ela, Patrícia, tinha acabado de completar 18 anos. Mas algo aconteceu que seus pais tinham que ir embora para o Nordeste, terra natal deles. Isso fez com que nós tivéssemos que nos casar logo para evitar que ela fosse embora.

Como não tínhamos muitas condições, fui atrás de algum lugar para alugarmos para que pudéssemos ter um começo de casamento só nosso. Alguns amigos e familiares nos ajudaram com móveis e um amigo me indicou um senhor, amigo do pai dele, que tinha um imóvel para alugar.

Fomos até lá para conhecer o imóvel. Era uma residência nos fundos do local onde o velho e viúvo, sr. Alfredo, morava. Tanto eu como minha mulher gostamos do local e o melhor, o Alfredo alugaria sem precisar de fiador. Fechamos o negócio no mesmo dia.

A casa precisava de uma pintura já que desde o último inquilino, o local não tinha recebido uma acabamento merecido. No entanto, isto não seria problema, já que estávamos realizando um sonho.

Logo trouxemos nossas coisas e aos poucos eu pintaria nossa casa. No dia seguinte, logo cedo, tive que trabalhar e minha mulher ficou sozinha em casa arrumando nossas coisas. Sr. Alfredo foi até lá e se ofereceu para pintar a casa enquanto eu trabalhava, mas Patrícia respondeu para ele que precisa conversar comigo antes.

Em casa, no decorrer da janta, conversamos sobre o assunto e perguntei a ela qual era a sua opinião. Ela me olhou e me respondeu que não haveria problemas do velho Alfredo em querer ajudar.

Em seguida, após alguns minutos de conversa com o proprietário do imóvel, retornei e falei para a minha esposa que estava tudo combinado. Ele começaria os trabalhos no dia seguinte.

Após um longo dia de trabalho, ao chegar em casa, observei que pouco tinha sido pintado. Perguntei para Patrícia, se Alfredo não tinha trabalhado, ela respondeu que achava que isso não iria dar certo, já que o dono da casa ao invés de pintar ficava o tempo todo olhando para o corpo dela.

Perguntei como ela estava vestida, já que atiçou o coroa, ela me disse que estava com um short da cor amarela. Conhecendo o tal short, falei: Também amor, quem não olharia? Você com este minúsculo short, deu a entender que estava o provocando. Além disso, Patrícia relatou que Alfredo, com uma das mãos, mexia na calça e que ele estava de pau duro.

Patrícia me questionou se eu não achava perigoso que o velho ficasse em casa sozinho com ela. Eu retruquei: Agora não tem mais volta. Já falei que poderia pintar. Além disso, como vou dizer que não pode mais? É só você não provocar o coroa.

Após alguns segundos em silêncio, rimos muito e percebi que Patrícia ficou excitada com a conversa. Naquela noite, trepamos muito. Confesso que ficava louco de tesão em imaginar aquele coroa de uns 60 anos paquerando a minha gatinha com apenas 18 aninhos.

No trabalho, fiquei imaginando o que poderia estar acontecendo em casa e sem menos perceber, o meu pau ficou duro. Na hora pensei, será que tenho sintomas de corno?

Chegou o final do expediente e fui correndo para casa e ao chegar lá, ela estava no banho e como ela não não me viu, comecei a me masturbar olhando para aquela delícia de mulher, corpo exuberante, com os dedinhos atolados na sua bucetinha... e para minha surpresa, eu a vi fazendo algo que nunca tinha visto, Patrícia estava se masturbando. Ela gemia como uma safada e em seguida gozou. Eu, de pau duro, ao avançar em direção ao banheiro, fiz um barulho proposital na porta, como se estivesse chegando somente naquele instante. Ela surge nua, molhada e tesuda, me puxou para dentro do banheiro, me deu um beijo e fizemos amor em baixo do chuveiro.

Já no quarto, eu perguntei como o Alfredo havia se comportado. Ela, ainda nua, sentada na cama, me disse que o velho trouxe pãezinhos para o café da manhã. Ficamos conversando um pouco e depois ele foi trabalhar, nada de mais. Perguntei como ela estava vestida e Patrícia, com uma cara de safada, me olhou e disse: Estava com aquele short que está no banheiro.

Olhando para a carinha de anjo dela, rapidamente veio em minha memória o tal short, que por sinal, era menor que o short amarelo. Em tom suave perguntei: Amor, você está provocando o Alfredo, não está? Ela de forma maliciosa, sorriu e disse que sim. "Quero ver até onde o velho aguenta".

Eu já estava ficando de pau duro com a conversa, questionei ela: Isso lhe deixa excitada? Sem medo, Patrícia disse mais uma vez que sim e logo caiu de boca no meu cacete que já estava latejando. O boquete que ela nunca tinha feito, acabei por gozar em sua linda boquinha. Foi aí que eu percebi que a minha esposinha estava completamente tarada.

Com a chegada do fim de semana, livre do trabalho da empresa e com a companhia do sr. Alfredo, as pinturas se iniciaram pela manhã de sábado. Quando eu menos esperava, vi minha esposa com uma minissaia que praticamente deixava exposta parte de sua calcinha rosada, além de suas pernas grossas. Percebi que os olhos de Alfredo brilharam com toda aquela maravilha. Eu fiz questão de me afastar para que o coroa pudesse prestigiar toda aquela beleza. Afinal, eu fiquei de pau duro, literalmente.

Quando retornei, percebi que Alfredo estava de pau duro, haja visto que o volume na calça ficou sobressaliente. Ele olhava para Patrícia que estava no tanque, que ao se abaixar, parte da sua calcinha rosada se revelava propositalmente. O coroa pediu licença e foi até a sua casa, talvez, bater uma punheta pensando na minha esposa safada.

Comentei com a Patrícia sobre a situação, a safada sorriu e disse que quando eu fui na loja buscar novos pincéis, Alfredo enfiou a mão dentro da calça e ficou se tocando, olhando firmemente para o corpo da minha iniciante hotwife. Após ouvi-la, fiquei louco de tesão.

Na manhã de domingo, minha esposa levantou-se, colou a mesma minissaia do dia anterior e em seguida, preparou o café da manhã. Percebi que Alfredo estava na porta da casa dele olhando para a nossa, resolvi convida-lo a tomar café conosco. Sorridente, Alfredo, um homem que morava sozinho e viúvo já alguns anos, disse sim. Ao sentar-se na mesa, percebeu que Patrícia deixava amostra sua calcinha, agora, de cor vermelha. Ele por alguns segundos ficou hipnotizado com a visão privilegiada que tinha do meio das pernas da minha mulher.

Ficamos um tempo os três juntos e logo Alfredo retornou para a sua casa.

O domingo passou sem mais nenhuma novidade entre Alfredo e a safada da Patrícia. A noite, quando estávamos na cama, perguntei a minha mulher sobre a sua atitude no café da manhã. Ela como de outras vezes só sorriu e disse que adorou. A safada disse ainda que percebeu que eu estava gostando da situação e que adoraria se exibir par ao velho.

Eu já de pau duro, respondi que realmente aquilo estava mexendo comigo e disse que se ela quisesse poderia continuar com a brincadeira. Ela me deu um beijo e fizemos amor como nunca havíamos feito antes. Patrícia me abraçou forte e disse no meu ouvido: obrigada amor!

Enfim, segunda-feira. Uma nova semana se inicia e Alfredo e Patrícia sozinhos.

Após retornar de mais uma jornada de trabalho na empresa, em casa, Patrícia, meio sem jeito me relatou o Alfredo chegou para trabalhar na pintura da casa, ela foi tomar banho, deixando a porta semiaberta e percebeu que o coroa tinha parado de pintar e que não parava de olhar em direção ao banheiro. Ao terminar o banho, ela o chamou e pediu para levar a toalha que havia esquecido sobre a guarda da cadeira. Após entregar a toalha para ela, Patrícia, de costas para ele, Alfredo não perdeu a oportunidade e adentrou ao banheiro e agarrou-a por trás.

Corpos colados, Patrícia relatou que sentiu em sua bunda um volume muito grande e completamente duro, era o cacete explodindo de tesão do Alfredo, que a deixou toda arrepiada. Ele abriu o zíper da calça e tirou o pau para fora e em seguida, começou a esfregar em sua bundinha lisinha. Neste momento, Patrícia se virou para Alfredo e perguntou há quanto tempo o senhor é viúvo?

Alfredo, com o pau latejando diante da esposinha jovial de Rômulo, afirmou que há dez anos pedeu a esposa em um trágico acidente automobilístico e que há uns cinco anos não tinha nenhuma relação sexual. Patrícia, assustada com o tamanho e a grossura do cacete do coroa, começou a chupá-lo e o velho gozou em sua boca de forma muito rápida e feroz. No entanto, o pau do velho não baixou e ela continuou a chupá-lo. Em seguida, Alfredo a pôs de costas e enfiou seu cacete entre as pernas e começou a penetrá-la.

Após enfiar todo o seu pau na buceta de Patrícia, o velho, muito experiente, começou a socar de forma frenética, fazendo com que a safada gozasse.

Rômulo olhando para Patrícia, disse ainda que foderam por mais de uma hora, gozando inúmeras vezes sobre seu mastro rígido como uma rocha. Alfredo, segundo ela, também gozou muitas vezes sobre seu corpo jovial.

Após ter me contado sua aventura sexual com o coroa pauzudo, Patrícia e eu trepamos bem gostoso. Enquanto eu socava naquela buceta usada por outro macho, ela me chamava de corninho e aquilo me deixou com o maior tesão, algo maravilhoso que nunca havia sentido em toda a minha vida.

Já se passaram mais de 30 dias em que mudamos e a casa ainda não foi completamente pintada. O motivo, o cacete duro do Sr. Alfredo que entra quase todos os dias na bucetinha da minha esposa. O coroa é tão safado que até o cuzinho dela já comeu.

Atenção: Conteúdo proibido para menores de 18 anos.
Está é uma história fictícia e com personagens fictícios. Qualquer semelhança de nomes, lugares e ações é mera coincidência com a realidade.
Imagens: Reprodução da Internet.